Ex-líbris, de entre os livros, o LIVRO

Todos os meses a Biblioteca do CAM destaca uma obra pertencente ao Fundo Especial, tendo em vista a promoção e a difusão de um acervo documental com características únicas, quer pelo seu carácter inédito, quer pelo seu valor patrimonial.

Dicionário histórico das Ordens e instituições afins em Portugal

Ex-Líbris do mês de março de 2014

Dicionário histórico das Ordens e instituições afins em Portugal. [S.l.]: Gradiva, 2010. 1019 p. ISBN 978-989-616-369-3

Obra historiográfica que parte de um conceito lato de “ordem”, que além das ordens religiosas, aborda as diversas ordens esotéricas, maçónicas, honoríficas e profissionais em Portugal, atravessando toda a sua História, assim como a dos países lusófonos.

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Naquele tempo: ensaios de história medieval.

Ex-Líbris do mês de fevereiro de 2014

MATTOSO, José - Naquele tempo: ensaios de história medieval. [S.l.]: Temas e Debates, 2009. 563 p. ISBN 978-989-644-052-7

A presente coletânea consiste em artigos escritos por José Mattoso entre 1988 e 1999 sobre história medieval portuguesa, incidindo no intervalo entre os séculos XIII e XVI. Os textos selecionados dão primazia à história cultural e das mentalidades, mas não descuram outras temáticas como a transmissão textual de fontes históricas e a história social e política de Portugal no referido período.

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Quando Portugal era reino de Leão: estudos sobre cultura e identidade antes de D

Ex-Líbris do mês de janeiro de 2014

ALBERTO, Paulo Farmhouse; FURTADO, Rodrigo (ed. lit.) - Quando Portugal era reino de Leão: estudos sobre cultura e identidade antes de D. Afonso Henriques = Cuando Portugal era reino de León: estudios sobre cultura e identidad antes de Alfonso Enríquez. Léon: Universidad, D.L. 2011. 278 p. ISBN 978-84-9773-594-0.

“O presente volume reúne textos de reflexão e de síntese sobre um passado comum a Léon, Galiza e sobretudo ao norte de Portugal, quando estes territórios eram um só reino: o reino de Leão. Conjuga panorâmicas gerais com estudos inovadores sobre aspectos particulares deste período e espaço, seja de um ponto de vista de análise histórica, seja do ponto de vista da organização política, social e religiosa, seja de traços de continuidade cultural, seja ainda da pervivência da sua memória em períodos recentes”.

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D. Afonso Henriques.

Ex-Líbris do mês de dezembro de 2013

MATTOSO, José - D. Afonso Henriques. [S.l.]: Temas e Debates, D.L. 2007. 432 p.,16 p. il. ISBN 978-972-759-911-0

«Personagem oculta por inúmeras e sucessivas camadas de interpretações ideológicas, quer eruditas quer populares, a figura verídica do primeiro rei de Portugal só muito hipoteticamente se pode reconstituir nas suas dimensões históricas. O mito sobrepõe-se, teimosamente, à história, para justificar a permanência da nação que fundou e justificar a confiança que os cidadãos de todos os tempos têm posto na colectividade a que pertencem. Mas pode-se tentar descobrir como nasceram as diversas narrativas tecidas em torno da sua personalidade, examinar o sentido que tinham quando apareceram e reconstituir os sucessos de que Afonso Henriques foi protagonista principal. Se não é possível traçar-lhe o retrato preciso, pode-se, ao menos, estudar as suas orientações políticas e administrativas, conhecer os seus principais auxiliares e justificar o êxito da sua obra. Apesar de assim desaparecer o herói sobrenatural, toma inegável relevo o seu talento político e militar e, por conseguinte, o seu direito a ser de facto considerado o rei fundador de Portugal.»

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Ex-Líbris do mês de novembro de 2013

Ex-Líbris do mês de novembro de 2013

AMARAL, Luís Carlos; BARROCA, Mário Jorge - A condessa-rainha: Teresa. [Lisboa]: Círculo de Leitores, 2012. 424 p. ISBN 978-972-42-4702-1

O tempo em que viveu D. Teresa constituiu um dos momentos mais decisivos da longa construção da sociedade feudal hispânica. Especialmente em terras do Noroeste, a evolução política maior, acelerada pela chegada do conde D. Henrique de Borgonha, resultou na separação definitiva de galegos e de portucalenses, e na consequente formação do reino de Portugal.

Filha do poderoso Afonso VI de Leão e Castela e de D. Ximena Moniz, e irmã da rainha D. Urraca, a infanta D. Teresa assistiu de muito perto e interveio, por vezes de forma enérgica, nas sucessivas e complexas conjunturas que moldaram o processo histórico peninsular, entre o derradeiro quartel do século XI e as primeiras décadas da centúria seguinte.

Tendo ficado viúva em 1112, logo assumiu as tarefas governativas do condado, procurando dar continuidade ao essencial das políticas de seu marido. Neste contexto, não deixou também de cultivar ambições régias, muito provavelmente relacionadas com uma eventual restauração do antigo reino da Galiza.

A história posterior, em razão sobretudo da fundação da monarquia portuguesa, levou a que o seu governo fosse tradicionalmente interpretado como uma espécie de período intermédio entre dois tempos grandes, o de D. Henrique e, muito em particular, o de D. Afonso Henriques. Contudo o pouco que as fontes documentais disponíveis nos permitem reconstituir com segurança revela-nos uma personagem política e um cenário fascinantes, dotados de características singulares e que valem por si.

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The historiography of medieval Portugal : (c. 1950-2010).

Ex-Líbris do mês de outubro de 2013

Mattoso, José (dir.); Rosa, Maria de Lurdes;  Sousa, Bernardo Vasconcelos e ; Branco, Maria João (ed.] - The historiography of medieval Portugal : (c. 1950-2010). Lisboa : IEM - Instituto de Estudos Medievais, 2011.
ISBN:    978-989-97066-3-7

Nesta obra reúnem-se as contribuições de quarenta e seis investigadores, todos eles medievalistas, e oriundos dos diversos domínios da história medieval portuguesa e surgiu no âmbito do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Investigação “Construir a História medieval: temas, problemas, materiais”. Os textos apresentados têm como objetivo apresentar de forma sumária, e sob uma perspetiva crítica, o progresso da investigação mais recente, incluindo os problemas e falhas existentes na investigação e, por outro lado, apresentar as perspetivas de investigação futuras.

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Ex-Líbris do mês de setembro de 2013

Ex-Líbris do mês de setembro de 2013

MATTOSO, José - Le monachisme ibérique et Cluny: les monastères du diocèse de Porto de l'an mille à 1200. Louvain: Publications Universitaires de Louvain, 1968. XIX, 436 p. Apresentada inicialmente como tese de doutoramento do autor, Universidade de Lovaina (Bélgica), 1966.

Neste trabalho é estudada a transformação do monaquismo ibérico de tradição visigótica para um monaquismo de inspiração clunisiana, uma mudança que começa a tomar forma no último quartel do séc. XI. São analisadas pormenorizadamente as comunidades monásticas da diocese do Porto entre os anos 1000 e 1200, com ênfase para as relações sociais, a fundação de novos mosteiros e dos seus domínios, a vida monástica e espiritual, entre outros aspectos.

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Identificação de um país : ensaios sobre as origens de Portugal 1096-1325

Ex-Líbris do mês de agosto de 2013

MATTOSO, José - Identificação de um país : ensaios sobre as origens de Portugal 1096-1325. 5ª ed. revista e actualizada. Lisboa: Estampa, 1995. 2 vols.

Esta obra pretende ser um ensaio sobre o processo de formação da nacionalidade nos primeiros duzentos anos da existência de Portugal como Estado independente e, ao mesmo tempo, uma síntese acerca dos caracteres estruturais da sociedade portuguesa durante o mesmo período.

Publicada pela primeira vez em 1985, foi premiada sucessivamente com o Prémio de História Medieval Alfredo Pimenta, o Prémio Ensaio do Penclube e o Prémio Pessoa 87. Esta 5ª edição foi completamente revista e actualizada em função da bibliografia especializada e da investigação do autor durante os últimos anos.

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L'Europe et l'océan au Moyen age: contribution à l'histoire de la navigation.

Ex-Líbris do mês de julho de 2013

CONGRÈS DE LA SOCIÉTÉ DES HISTORIENS MÉDIÉVISTES DE L'ENSEIGNEMENT SUPÉRIEUR PUBLIC, 17, Nantes, 1986 - L'Europe et l'océan au Moyen age: contribution à l'histoire de la navigation. [Nantes]: Cid, 1988. 233, [4] p. ISBN 2-904633-17-0

Esta obra mostra como os habitantes da costa atlântica passaram da rejeição de um mundo quase infinito, desordenado e sem dúvida habitado por monstros, para a exploração dos recursos do mar: o sal, o peixe, as rotas comerciais e, muito frequentemente, a pirataria. No final da Idade Média, é no Atlântico que convergem os fluxos da economia da Europa do Norte e do Mediterrâneo, mais tarde tornando-se no espaço das grandes aventuras marítimas e das Descobertas.

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A nuvem do não-saber

Ex-Líbris do mês de junho de 2013

A nuvem do não-saber. Lisboa : Assírio & Alvim, 2006. 200, [5] p. ISBN 972-37-1100-1. ISBN 978-972-37-1100-4

“«Um dos mais belos textos místicos de todos os tempos»: assim o classificam alguns historiadores da mística cristã a pequena obra aqui se publica. «Um dos mais belos tratados espirituais de todo o século XIV»: tal é a definição mais sóbria, mas não menos entusiasta, que para o mesmo texto reserva F. Vandenbroucke, um especialista da história da espiritualidade medieval. Tanto basta para suscitar a curiosidade dos leitores interessados nestas matérias, e que não se assustam por ter sido escrita há quase setecentos anos, por não se poder identificar o autor, ou por apresentar o seu misterioso título A nuvem do não-saber.” (José Mattoso)

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